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Aplicativos gerais de reserva funcionam, mas as formalidades mais importantes do Equador devem ser consultadas em sites oficiais. Antes da partida, verifique validade do passaporte, regras de visto, comprovante de continuação da viagem e qualquer documento de fronteira terrestre exigido para sua nacionalidade e rota. Pelas normas vigentes desde julho de 2025, a alfândega equatoriana exige o Formulario de Registro Aduanero eletrônico quando o viajante transporta bens declarados ou valor combinado de pelo menos dez mil dólares americanos em dinheiro, instrumentos ao portador, metais ou pedras preciosas. Salve o código gerado quando a regra se aplicar. Galápagos exige planejamento separado. Faça o pré-cadastro oficial de controle de trânsito quando disponível e obtenha a Tarjeta de Control de Tránsito no aeroporto de Quito ou Guayaquil antes do check-in da companhia aérea. A taxa oficial é de vinte dólares americanos em agosto de 2026. A biossegurança inspeciona a bagagem antes do embarque para as ilhas. Na chegada a Baltra ou San Cristóbal, a taxa de conservação da área protegida para estrangeiros com mais de doze anos é de duzentos dólares americanos conforme os preços de 2026, com categorias menores para crianças e nacionalidades ou residentes elegíveis. Confirme a categoria aplicável e o pagamento aceito antes da viagem. As regras atuais também exigem seguro saúde de viagem, comprovante de hospedagem ou convite e voo de retorno ao Equador continental. Salve todas as confirmações offline e chegue cedo porque os sistemas oficiais podem ficar indisponíveis. Para o cartão de controle, lista de biossegurança e taxa de conservação, use os domínios do governo de Galápagos e do parque nacional, não uma agência parecida. Em passeios continentais, confira o operador ou guia no cadastro do Ministério do Turismo e confirme o que o preço inclui.
Esses apps precisam de dados
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